sábado, 14 de janeiro de 2012

Primeira dica do ano ! :)

Heloo :) Hoje eu tenho novas dicas para vocês, é sobre o blog Encantada da Luise Berdine, que é uma autora super talentosa e que posta histórias maravilhosas! Sua historio mais recente é O Sol do meio dia, que é mt lindo e emocionante,então vale totalmente a pena. O link da historio é esse aqui, e então é só acompanhar a história do Gustava e da Maria Fernanda que pra mim ainda vai ser muito mais emocionante !

"Assistir o sol nascendo ao lado de Gut, era mágico, a companhia dele era a melhor do mundo. Mas agora eu estava sozinha, na praia que nós sempre íamos, vê o sol que sempre nascia. Mas hoje não. Hoje sua luz apareceu só para me trazer de volta a realidade, e logo se escondeu. O tempo ficou nublado - não era o nosso tempo preferido." - O Sol do meio dia.

¬¬

Eu estava pensando em o que postar hoje,então me veio a mente esse cena desse episódio de Diário do Vampiro. Geeente, é linda ! Quem assistiu sabe o que eu estou falando. E sim. Eu sou totalmente Delena na série, mesmo achando o Stefan super fofo - principalmente no livro - o Damon roubou meu coração, e vocês sabem, eu tenho um penhasco pelo Ian Somerhalder, então,bem... me processe ¬¬. Mas falando sério, vocês viram a desgraça que a SBT fez ? Diário DE UM Vampiro ? WTF ?! Que diabo é aquilo? E a dublagem? Meu Deeeus!eu vou calar a boca porque se não já viu. Bem, eu amo TVD, e como eu já falei aqui,embora eu não concorde com vários mudanças que ocorreram dos livros para as séries como o tempo me fascinei com essas diferenças e hoje sou mais apaixonada e amando a terceira temporada. Então agora fique com esse cena lindaa *--*, é aqui que o Damon mostra que tem sim o seu lado humano ( e de um homem apaixonada !).




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

On the Road (Pé na estrada) - Jack Kerouac

Alguém já leu On the Road? Não? Então deveria ler! Sim, claro que não é um romance daqueles de fantasia,e muito menos uma comédia chic lits que correm rápido em nossas mãos. Em compensação esse livro é um ícone da civilização Beat, que para quem não sabe era aquele tempo do cabelo seboso e da calça jeans,ou melhor, época de fujir de casa e ficar chapadão,mas não apenas isso, Beat foi a época que devemos agradecer por tudo que temos hoje. Foi por ela que podemos dar nossa opinião e a literatura cresceu tanto ao ponto de termos esse livre arbítrio de hoje. O livro de Jack Kearouac foi o que fez vários pessoas entrarem nesse movimento e assim procurarem seus direitos. É extremamente fascinante a escrita de Jack Kearouac, é normal não vermos muitas virgulas,dá a impressão que ele fala sem parar,como se o tempo corresse e fosse precioso de mais para se parar. Os personagens são muito reais, eles na verdade foram expirados em pessoas reais e em história reais do próprio autor, e é muito legal ver como isso decorre,principalmente o modo que essa geração pensava e vivia. O que eu mais gostei foi como o autor conseguio descrever os personagens como pessoas machistas e ao mesmo tempo tão sensíveis e apaixonadas pela arte. A história é rica em cultura, e podemos perceber que em cada parte se mostra um pouco do que o mundo de hoje se original.
Escrevendo esses análises me despertou mais ainda a vontade que tenho de assistir o filme que foi gravada por o diretor brasileiro Walter Salles - Siim, ele fez Central do  Brasil, eu amo seu trabalho - e tb com a Kristen Stewart que é uma ótima atriz,independente de crepúsculo (a atuação dela em a natureza selvagem e the runaways é muito maraa *--*) e tirando  que é com o lindo do Tom Sturridget , que eu tenho um penhasco, e Sam Riley como Sal Paradise e Garrett Hedlund como Dean Moriarty, cats ;)
Trecho ():
  "Para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora, aqueles que nunca bocejam e jamais falam chavões, mas queimam, queimam, queimam como fabulosos fogos de artifício explodindo como constelações."



 Sinopse: On the Road é considerado a obra prima de Jack Kerouac, um dos principais expoentes da Geração Beat estadunidense, sendo uma grande influencia para a juventude dos anos 60, que colocavam a mochila nas costas e botavam o pé na estrada. Foi lançado nos Estados Unidos da América, pela primeira, vez em 1957.
Responsável por uma das maiores revoluções do século XX, On the Road escancarou ao mundo o lado divertido da experiência da vida americana, a partir da viagem de dois jovens – Sal Paradise e Dean Moriaty – que atravessaram os Estados Unidos de costa a costa. Acredita-se que Sal Paradise, o personagem principal, seja o próprio Jack Kerouac. Também são encontrados no livro alguns escritores na forma de personagens, como Allen Ginsberg, como Carlo Marx, e William Burroughs, como Old Bull Lee.
É um livro que influenciou a música, do rock ao pop, os hippies e, mais tarde, até o movimento punk.

(...) e a felicidade é a melhor coisa do mundo.


 - Seja como for - disse o Espantalho-, eu vou pedir um cerébro em vez de um coração; porque um bobo não ia saber o que fazer com um coração se tivesse um.
- Pois eu vou pedir um coração - replicou o Lenhador de Lata. -Porque um cerébro não torna uma pessoa feliz; e a felicidade é a melhor coisa do mundo.
Dorothy não disse nada, porque ela estava intrigada em descobrir qual de seus novos amigos estava certo.

(O Mágico de Oz )

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A morte e a vida de Charlie St. Cloud - Ben Sherwood

Tenho que dizer que esse livro ficou um bom tempo em minha prateleira,e todo dia eu o olhava e não sentia interesse, sim, isso é muito esquisito. Na verdade, acho que era porque eu estava extremamente focada em minha coleção linda de GG *--*, mas enfim...ontem eu o concluí. Definitivamente, eu tentei não manter minhas expectativas muito altas porque eu não gostei tanto do filme.É claro que é um filme bom e emocionante,mas sinceramente eu senti que faltava alguma coisa, mesmo sendo uma história nova e eu não tenha achado que era tãao clichê, senti que precisava de um Q de mais. Já  o livro é outra historio. Sim, eu estaria mentindo se dissesse que foi um dos melhores livros que já li e surtasse como eu definitivamente faço com a maioria. A morte e a vida de Chalie St. Cloud é emocionante e desperta você para uma visão mais clara da vida,embora - sim, a um embora - eu sentisse que em certos momentos as coisas passassem bem rápido,e pelo menos eu, achei que isso fez com que o livro perdesse,como eu posso dizer,hum... aquela coisa que nos faça sonhar que pode ser real,aquele toque fundamental que faz que nós,mesmo que os livros sejam de fantasia nos faça acreditar que pode acontecer,ou seja, nos deixe sonhar. Tirando isso o resto é lindo. O Charlie me pareceu um personagem tão fofo *--*. Sério, ele ao mesmo tempo que podia ser um rustico era tão sensível que o autor conseguia transmitir sua vulnerabilidade, e a Tess,bem, eu não sei se posso falar muito da Tess porque mesmo que tenha lido o livro ainda sinto que não a conheço muito bem (Não gostei disso que depois que ela acorda no hospital não se lembre de nada), acho que isso também foi um dos erros do autor,ou pelo menos pela minha visão. O que eu achei muito especial nesse livro, não é a fortaleza que a mocinha demostra ou o jeito lindo do mocinho,mas a forma que é retratada a morte,o jeito que retrata a dor da perda,e se olharmos por esse lado,o livro se torna de uma grande utilidade.
Trecho ():
Ás vezes demora um pouco para entender as coisas. Mas você vai ouvir o chamado. Você saberá quando for a hora. E ai você estará livre.


 Sinopse: Um coração dividido entre dois mundos. Em uma pacata vila de pescadores da Nova Inglaterra, Charlie St. Cloud cuida dos gramados e monumentos de um antigo cemitério onde seu irmão mais jovem, Sam, está enterrado. Após sobreviver ao acidente de carro que tirou a vida de seu irmão, Charlie recebe um dom extraordinário: ele consegue enxergar, conversar e até mesmo brincar com o espírito de Sam. É neste mundo místico que entra Tess Carroll, uma cativante mulher treinando para navegar sozinha ao redor do mundo em um veleiro. O destino faz com que seu barco seja apanhado por uma violenta tempestade, trazendo-a assim para a vida de Charlie. Sua bela e incomum ligação os leva a uma corrida contra o tempo e a uma escolha entre a vida e a morte, entre o passado e o futuro, entre apegar-se ou deixar o passado para trás – e a descoberta que milagres podem acontecer se nós simplesmente abrirmos nossos corações.

É preciso poder voar.


Perdendo a liberdade que a gente descobre que não se encaixa, é perdendo alguém que a gente descobre que não vale a pena lutar por futilidades, é perdendo o apoio que a gente descobre que o resto do mundo não para só porque nosso mundo parou. A gente vai aprendendo a viver assim, na marra, no grito, no sufoco, no impulso. Eu quis mudar o mundo, quis ser brilhante, quis ser reconhecida. Hoje eu quero bem pouco e prefiro me concentrar no agora do que planejar um futuro incerto. Eu me libertei da culpa e dei de cara com algo novo: não me encaixo, e aceito. Não é justo perder as asas no momento em que se descobre tê-las. É preciso poder voar, é preciso ter uma visão estratégica das janelas. Ver o sol e não poder tê-lo é absurdo.É andar dois passos, voltar meio, sofrer um pouquinho por ser apegada ao antigo e ao mesmo tempo desesperada pelo novo." -
   
(Caio Fernando Abreu)
 

domingo, 1 de janeiro de 2012

Ele diz sim, ela diz não : Uma história de amor - Jeff Kahn e Annabelle Gurwitch

 Oláa, primeiro poste de 2012,muito animado com esse ano! E já comecei recebendo um lindo presente. Siiim, eu esqueci de postar que eu ganhei mais uma promoção pelo site do Estrelando! Dessa vez foi o livro Ele diz sim, ela diz não. Quando eu li a sinopse eu pense 'Nãaao, esse livro realmente não é pra mim ' mas resolvi não desistir da leitura,e hoje percebo que foi uma ótima coisa a si fazer. O livro é realmente hilário,e ao mesmo tempo que é a vida de casal é super engraçado, e na verdade, muito real tb,por ser uma história real. O humor que existe é inexplicavelmente enrresistivel de não se rir e é totalmente diferente,porque tudo bem acontecer coisas bizarras com personagens, significa que o autor tem uma ótima criatividade,mas quando acontece na realidade o que posso dizer é que ' Annabelle, vc seria uma ótima amiga para mim! ' HUAHSUASH. Sim, a comédia predomina mas tb é um livro super fofo e romântico de um modo diferente, que eu diria único,porque é algo realista e retrata o casamento por o que realmente é. Muitas pessoas classificaria como alto ajuda apenas por ler o resumo,mas não é nada disso,eu mesmo me confundi em relação a isso. O que mais me surpreendeu é que esse casal - Jeff e Annabelle - já passaram por muitas crises e um drama como ter um filho que nasceu sem o ânus, e conseguem retratar isso com humor. Isso me faz perceber que muitas coisas que as vezes pensamos ser a pior do mundo vem para o bem, que as mesmas coisas que parece nos separar,nos faz mais unidos ainda. Na verdade, acho o relacionamento da humanidade mais complicado,e eu adoro ler sobre ele,então esse livro caiu como uma luva para mim (Sim, talvez eu seja uma futura psicóloga). Sei que nem todo casamento é igual, acredito que ainda existe amor no mundo,ainda que não seja aquele tipo de pessoas que viva em uma utopia - sim, nada de contos de fadas - mas pela primeira vez,vi que pode se haver convivência no mundo,que todos somos diferentes mas que não significa que seja impossível um convívio,que vai haver conflitos,mas não dignifica que seja o fim, e que no final do dia,tudo isso vale a pena.
Trechos:
  
‘Depois de poucos dias da chegada de Annabelle, me tornei muito consciente do fato de que ela exigia solidão e tinha os hábitos domésticos de um animal selvagem.’” - ele.

“O cara tinha um radar de nudez. Quando eu tirava a roupa, mesmo que por um segundo, ele ficava na minha frente, vibrando como se tivesse conseguido ingressos para o jogo de beisebol.” - ela.


 Sinopse: Após 13 anos de casamento, Annabelle e Jeff descobriram que “já não estavam mais tão afim um do outro”. Porém, em vez de seguirem a sabedoria popular e se separarem, o casal encontrou um meio de permanecer junto: acabar com a intimidade e competir para ver quem cria melhor os filhos. A crônica deste intenso – e, por incrível que pareça, amoroso – relacionamento expõe, com sinceridade e cinismo, o melhor e o pior da vida com duas escovas de dentes. O humor cru e (in)apropriadamente brilhante do livro promete causar risadas nos indivíduos mais bem-casados, ao mesmo tempo em que instiga o terror no coração de cada pessoa solteira que está pensando em embarcar na grande aventura nupcial. Nesta biografia comovente e hilariante, Annabelle e Jeff provam que, em um casamento, tudo o que você precisa é amor – além de uma boa dose de reclamações, codependência e vinho tinto