terça-feira, 15 de novembro de 2011

O que você quiser


 Faça o que, o que você quiser se você sonha por algo melhor. Faça o que, o que você quiser, até não querer mais (lembre-se de quem você é).Faça o que, o que você quiser. Seu mundo está desabando sobre você agora (ainda não acabou). Levante-se e encare o desconhecido você tem que lembrar quem você realmente é.
 Olá, olá, lembra de mim? Sou tudo que você não pode controlar, em algum lugar além da dor deve haver uma forma de acreditar, ainda há tempo. Feche os olhos,só o amor pode guiá-lo para casa, derrube as paredes e liberte sua alma. Até cairmos, para sempre iremos...Cair, cair, cair, cair.

(Evanescence)

#Vol. 3 - Gossip Girl: Eu Quero Tudo!

Eu sei,eu sei. Demorou,mas estou postando, não é? Afzz, acho que perdi o costume de postar todo dia,mas enfim... No terceiro livro de GG, finalmente (aleluia) Blair e Serena fazem as pazes,é, grande novidade. Vocês sabem,elas vivem nesse vai e vem como se fossem namoradas,chega uma hora que é chato,e embora eu amee a Blair com todo o meu ser,vc sabe,sinto que a culpa meio que é dela. Não que seja fácil ser amiga de uma garota digna de perfeição como a Serena,mas a coitada da S parece ser uma amiga tãao legal. O problema é que a Blair precisa relaxar mais,ela vive na constante pressão do futuro e tal,não que eu tenha que dar moral,porque querendo ou não eu sou exatamente assim. Mas voltando ao livro,e esquecendo das minhas comparações com a Blair, eu adorei esse livro,tem um ritmo e sincronia perfeita,e pelo menos para mim,fluio mais rápido que os demais. O Aaron é realmente um fofo (Como a Blair não enxerga isso?Como???) e adorei que ele tenha tido mais destaque, e é um cara muito paciente, o que é difícil de se encontrar né? Percebe-se pela a paciência que ele conduz a Blair, se eu fosse ele já teria dado um foda-se para ela ! O romance de Nate  e Jenny parece ir vento e popa, o que uma garota que ouve seus problemas não faz? Eu achei meio ridículo, sabe, eles são um casal nada haver,com toda desgraça sou mais ele com a Blair (Embora na minha visão Blair sempre pertencerá ao Chuck,mesmo não nos livros). E o Flow ? Aimeudeus, coitadinho, dá vontade de colocar no colo. A Serena como sempre despedaçando o coração de garotos! Mas o dela tah guardado, sei que uma hora seu coração vai ser roubado (admito que li os próximos capítulos #malandra.) A Cecily von Zigesar me faz ama- lá a cada livro. Primeiro: A ironia do livro me fascina, e eu sei que não é fácil para algumas pessoas porque muitas amigas minhas não entenderam muito o livro (nem todo mundo tem o raciocínio tão bom,sorry -'). Segundo: O Modo que ela impõe a futilidade é tão sarcástica que é difícil não amar, diria que ela é a rainha do Sarcasmo. Eu estou louca para terminar de ler minha coleção e começar a ler Os Carlysle, que é mais ou menos um Spin-off,quero saber logo o que se trata. Na verdade, a curiosidade me persegue,e quero saber como vai ser o final dessa série,espero ser surpreendida,agora só basta esperar.


 Sinopse: Neste livro, Blair e Serena voltam a ser amigas e vão passar as férias de inverno em St. Barts. Aaron passa a demonstrar um interesse diferente por Blair durante as férias. Enquanto isso, Jenny parece estar vivendo seu romance de contos de fadas com Nate, mas nem tudo fica assim tão perfeito quando um link comprometedor passa a se espalhar pela internet. Serena descobre um novo amor no fim do livro e é constantemente perseguida por Flow, vocalista do 45.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica.

 
 
 Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui - ou achei que tivesse sido - feliz. Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Eu que gritei para tantas pessoas ficarem, hoje só quero mesmo é que elas sumam de uma vez por todas. E em silêncio, que é pra ninguém ter porque se lamentar.
 
(Tati B.) 

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O País do Vento - Amanda Steilen

Capas como essa me fascinam! Aiiiin *--*

 Aiin, que emocionante falar sobre esse livro!Na verdade, eu nem sei como começar (Dãah,acho que já comecei) mas é que temos mais um exemplo que sonhos podem ser realizados sim,e esse livro é um deles. Eu sempre sonhei várias coisas,principalmente quando se trata de publicar um livro,porém muitas pessoas passam por sua vida e nunca falam ' vai lá,continua.' parece que as pessoas só sabem falar ' Aiin,sério? Você escreve?' como se fosse a coisa mais errada,e muitas vezes nojenta do mundo.
Quando entrei no Blog da Amanda Steilein e vi o primeiro capítulo de O Pais do Vento era possível ver o potencial da história, e eu fico muito feliz em saber que agora é oficialmente um livro publicado! É, e principalmente por que a autora é uma garota como eu,como vocês. Com sonhos e frustrações como qualquer um, eu sei, eu sinto que no Brasil há tanta gente com potencial,e que muitas vezes não tem incentivo e muito menos investidores. Não que isso seja culpa das editoras, vamos ser realistas. Você deixaria de comprar um livro da Meg Cabot para comprar um livro de um escritor brasileiro? Eu me questiono isso e nem sei se eu fária a escolha certa. A verdade é que o erro está na construção da sociedade em geral, sem percebermos - ou percebendo- acabamos desvalorizando o que realmente merecia.
Não vamos fazer isso novamente ! Então vamos lá galera,não custa nada - quer dizer,custa 48,00 . UASHAUS - Mas nós gastamos com coisas tão fúteis e sem valor algum,porque não com um bom livro? 
Queria deixar gravado um grande parabéns para a Amanda, e que esse seja o primeiro de muitos livros que vão vir ;). 


Sinopse: Dona de um talento especial, Ailly Vanzuitta prevê o futuro de todos – exceto o dela mesma. Ela sabe que algo está errado quando seus pais desaparecem sem ela ter que sequer um vislumbre de que isso aconteceria.
Ailly não esperava que a resposta do mistério do sumiço repentino de seus pais viesse numa carta, revelando-lhe sua verdadeira natureza, introduzindo-a num mundo completamente diferente para ela.
É lá que Ailly conhecesse Vaiola Sinead e Flynn de Soulin, vivendo, juntos, as mais perigosas situações. Situações que podem matá-los e destruir todo um trabalho de séculos.
Segurança, poder e confiança.
Tudo pode mudar. A decisão se coloca diante deles. E eles não sabem o que fazer.


Esse fanart é perfeito, dáa vontade de devorar esse livro. Aimeudeus, me manda dinheiro?


Amei,amei ameei. Tem muito mais fanartes como esse aqui . Dá um olhada lá!
E para comprar, claaaro, no site da editora Multifoco : aqui

domingo, 6 de novembro de 2011

Andei pensando coisas.

 O que é raro, dirão os irônicos. Ou “o que foi?” – perguntariam os complacentes. Para estes últimos, quem sabe, escrevo. E repito: andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor – essa pessoa – continua vivo (a), há então uma morte anormal. O NUNCA MAIS de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter NUNCA MAIS quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo (a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: NEVER. Pensando nisso, pensei um pouco depois em Boy George: meu-amor-me-abandonou-e-sem-ele-eu-nao-vivo-então-quero-morrer-drogado. Lembrei de John Hincley Jr., apaixonado por Jodie Foster, e que escreveu a ela, em 1981: “Se você não me amar, eu matarei o presidente”. E deu um tiro em Ronald Regan. A frase de Hincley é a mais significativa frase de amor do século XX. A atitude de Boy George – se não houver algo de publicitário nisso – é a mais linda atitude de amor do século XX. Penso em Werther, de Goethe. E acho lindo. No século XX não se ama. Ninguém quer ninguém. Amar é out, é babaca, é careta. Embora persistam essas estranhas fronteiras entre paixão e loucura, entre paixão e suicídio. Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira: compreendo sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe, berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou quem cruzo entre esses dois portos gelados da solidão é mera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o eterno do perecível, loucos.
Depois, pensei também em Adèle Hugo, filha de Victor Hugo. A Adèle H. de François Truffaut, vivida por Isabelle Adjani. Adèle apaixonou-se por um homem. Ele não a queria. Ela o seguiu aos Estados Unidos, ao Caribe, escrevendo cartas jamais respondidas, rastejando por amor. Enlouqueceu mendigando a atenção dele. Certo dia, em Barbados, esbarraram na rua. Ele a olhou. Ela, louca de amor por ele, não o reconheceu. Ele havia deixado de ser ele: transformara-se em símbolos em face nem corpo da paixão e da loucura dela. Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia somente dentro dela. Adèle morreu no hospício, escrevendo cartas (a ele: “É para você, para você que eu escrevo” – dizia Ana C.) numa língua que, até hoje, ninguém conseguiu decifrar. Andei pensando em Adèle H., em Boy George e em John Hincley Jr. Andei pensando nesses extremos da paixão, quando te amo tanto e tão além do meu ego que – se você não me ama: eu enlouqueço, eu me suicido com heroína ou eu mato o presidente. Me veio um fundo desprezo pela minha/nossa dor mediana, pela minha/nossa rejeição amorosa desempenhando papéis tipo sou-forte-seguro-essa-sou-mais-eu. Que imensa miséria o grande amor – depois do não, depois do fim – reduzir-se a duas ou três frases frias ou sarcásticas. Num bar qualquer, numa esquina da vida. Ai que dor: que dor sentida e portuguesa de Fernando Pessoa – muito mais sábio -, que nunca caiu nessas ciladas. Pois como já dizia Drummond, “o amor car(o,a,) colega esse não consola nunca de núncaras”. E apesar de tudo eu penso sim, eu digo sim, eu quero Sins.
 
- Caio Fernando Abreu

  
A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. 
"Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma.Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!”

(O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry)



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

- One Tree Hill



 “Um homem que fala e não faz, é como um jardim cheio de ervas daninhas.
E quando as ervas começam a crescer, é como um jardim cheio de neve.
E quando a neve começa a cair, é como um pássaro na parede.
E quando o pássaro finalmente voa, é como uma águia no céu.
E quando o céu começa a trovejar, é como um leão à porta.
E quando a porta começa a ceder, é como uma punhalada nas suas costas.
E quando suas costas começam a doer, é como uma faca no seu coração
E quando seu coração começar a sangrar,
você está morto. E morto. E morto de verdade.”

 
(Série - One tree hill )